[Opinião] Quando Aqui Estavas | Daisy Whitney


Tradução: Inês Castro
Revisão:Domingas Cruz
Ano da Edição / Impressão / 2014
Número Páginas / 248
ISBN / 9789892325897
Editora / ASA
Sinopse
A mãe de Danny perdeu a batalha de cinco anos contra o cancro, três semanas antes de ele acabar o secundário - o dia porque ela mais esperara.
Agora Danny fica sozinho, apenas com as suas memórias, o seu cão, e a ex-namorada que lhe destroçou o coração. Não sabe o que fazer com a casa, o que dizer no discurso da formatura, e muito menos como viver ou ser feliz. Então uma carta de uma amiga da mãe em Tóquio fá-lo largar tudo e viajar até ao outro lado do mundo para descobrir os segredos da mãe – e perceber por que motivo os seus últimos meses foram tão cheios de alegria. Porém, não é capaz de encontrar as respostas ou de fugir às complexidades da sua relação com Holland apenas por atravessar o oceano. Porém, entre as flores de cerejeira, os templos e as multidões da cidade de néon, e com a ajuda de uma jovem japonesa amiga da mãe, começa a ver que talvez não tenha sido a magia antiga ou os tratamentos místicos que faziam a mãe regressar ao Japão. Talvez o segredo de como viver resida na forma como ela morreu. E como amou.
A história em si é algo interessante. Mas considero uma leitura muito leve e algo infantil. Não tem sobressaltos nem mistérios por ai além que uma pessoa não consiga prever.
O que mais me chamou a atenção foi mesmo ser passado no Japão, pois é um país que me fascina.
Vocês estão a ver a cena quando vêm o trailer de um filme, e o trailer do filme é melhor do que o filme em si? Já vos aconteceu?
Bem com este livro aconteceu com a sinopse..

A história desenvolve-se pelo ponto de vista do protagonista, um adolescente meio baralhado das ideias, Danny.

A personagem que mais gostei foi a amiga japonesa de Danny, Kana. Foi a personagem que mais animou a história e me divertiu. Quando ela não estava presente na história a leitura tornava-se bastante monótona. A tradução também não ajudou nada. Novamente a tradução horrorosa, com erros, repetitiva, secante, insultuosa da tradutora Inês Castro. A primeira vez que li um livro traduzido por ela foi a primeira vez que a tradução me incomodou tanto que fui ver quem raio tinha traduzido o livro, algo que antes nunca me importara minimamente, nem nunca ligava ao tradutor nem pensava nisso. Já me calhou ler uns três livros traduzidos por ela e não detestei a história em si, mas a forma como é traduzida para mim não dá, tanto que agora evito tudo o que  é traduzido por ela.

Nada contra a mulher, não a conheço de lado nenhum, mas é a minha opinião. No outro dia estava na biblioteca  a requisitar livros, pouco depois da primeira leitura desagradável que tive com essa tradutora e fui ver, pela primeira vez, antes de levar o livro quem o tinha traduzido. Ela! Pousei, com muita pena minha, logo o livro. Quando comentei com a bibliotecária que me atendeu, ela concordou logo comigo, disse que também já reparou e evita os livros traduzidos por ela. Incrível... Para mim é uma espécie de crime o que ela faz às obras dos autores, que não têm culpa nenhuma.

Resumindo, este livro leu-se, mas não me fascinou nem ficou na memória.

2 comentários:

  1. Bem, vou ter de falar da tradutora. Mas se o trabalho dela é mesmo mau, como é que ainda lhe dão trabalho??
    É que, além de prejudicar os autores que traduz, está a prejudicar as editoras que deixam de vender livros por causa dela, não é?

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    Respostas
    1. Olha que já estive mesmo para lhe enviar um email ou fosse o que fosse, só que como eu não conseguia escrever nada que não soasse ofensivo e eu não quero perder a razão, acabei por não fazer. Mas fiz queixa à editora e noutros blogs e até grupos eu comentei, até escrevi um texto aqui no blog se não me engano sobre isso mesmo, as traduções nos "desabafos de uma leitora" e mostrei esse texto a pessoas e à editora, mas...
      Não sei se deu em algo ou se ela ainda "anda por ai"...
      Nota-se mesmo que é uma tradução sem paixão, sem vivacidade, sem interesse, repetitivo, tipo quando vais ao final do dia ao Mac ou ou supermercado e o pessoal já está em modo automático, estás a ver?
      Do género, imagina uma voz zombie: "Boa tarde... *píííp. píííp*Deseja saco?... *píííp. píííp* Cartão Pingo doce, têm? *píííp. píííp* Deseja contribuinte na factura...?" *píííp. píííp* ou então: "Qual o menu que deseja....? *Pousa um tabuleiro* E molhos...? *Pousa o que pediste no tabuleiro* Mais alguma coisa...?" *Lança-te um olhar zombie a desejar que não, não desejes mais porra nenhuma, vai comer e vai-te embora*.

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