[Autores Portugueses] António Manuel Palhinha

António Manuel Palhinha, nasceu em Lisboa na Maternidade Alfredo da Costa (Portugal) no dia 13 de Maio de 1967 dia de Nossa Senhora de Fátima. Desde os primeiros dias foi residir para a cidade de Odivelas onde vive até aos dias de hoje. Um apaixonado pela medicina, nomeadamente Cardiologia e Medicina de catástrofe. Foi alistado das Formações Sanitárias da Cruz Vermelha Portuguesa tendo sido aluno de mérito na 5ª Escola de Alistado da Delegação da Amadora, primeiro curso até então, em que um aluno do sexo masculino se distinguiu como primeiro classificado. Gestor de Emergência e Serviços Continuados e Gestão em Emergência de Catástrofe. É pioneiro em vários projetos como: 
  • Formação em Primeiros Socorros para Cegos e Ambliopes;
  • Projeto socorrismo na nossa escola;
  • Projeto saúde na nossa escola;
  • Cursos de Língua Gestual Técnica em Saúde para profissionais de Saúde e Emergência, realizados na Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa.
  • Certificado pelo Concelho Cientifico-Pedagógico para a formação contínua de professores desde 2003, em várias áreas e domínios nomeadamente: 
  • Práticas de Educação para a Saúde e Prevenção da Toxicodependência;
  • Relações Humanas;
  • Conceção e Organização de Projetos Educativos;
  • Educação para a Saúde. (Com aplicação a Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico e Secundário).

Um amante das letras desde cedo manifestou interesse pela poesia começando aos 10 anos a redigir os seus primeiros poemas. Aos 28 anos começou a escrever os primeiros contos infantis, romance, ficção e crónicas. Intercala nas suas obras infantis páginas em branco, convidando os leitores a fazer ilustrações da história, como uma fórmula de incentivo às crianças pela leitura. Um conceito que estimula a criatividade e o imaginário permitindo às crianças, no momento da leitura ou como ouvinte do conto, sentir-se também ela, um coautor da obra fazendo ilustrações no próprio livro. 
No âmbito das letras é autor do projeto SONHAR COM AS LETRAS. Projeto cujo lema é “Onde Existir uma Criança façam-lhe chegar um LIVRO”

Obras já publicadas:

O Menino que Sonhava com as Letras (Conto Infantil), Chiado Editora
Este conto infantil surge após um episódio numa noite em que contava uma história ao meu filho. Após terminar o meu filho disse-me segurando o meu rosto com as suas pequenas mãos, " Pai quando eu souber bem as letras e tu fores velhinho também te vou contar histórias ao te deitares", desliguei-me do mundo e liguei-me a essa paixão! Fazer com que sonha-se com as letras.
Um livro que não apenas faz sonhar as crianças, como, pais, avós e educadores em geral. Trás à memória dos mais velhos, em certa medida os seus sonhos de crianças, quando também eles sonhavam em aprender as letras.
Para além do conto em si, surgiu a ideia de introduzir no livro páginas em branco no evoluir da história, convido as crianças a ilustrar o livro segundo a sua criatividade e interpretação da mesma. Além do livro ter as suas próprias ilustrações, o objectivo desta ideia é de cativar as crianças para a leitura e para a escrita no momento da criatividade e imaginário que faz da história..
O Espantalho Espanta “Milharucos” 
(Conto Infantil – Uma obra que sensibiliza contra o racismo, o preconceito e atualmente reconhecida como um contributo no combate ao bullying - Escrita em 2000, editada em 2015), Chiado Editora;
Foi escrito no ano 2000, para a realização de uma actividade no Jardim de Infância no qual a minha filha se encontrava. Uma história com um apelo à amizade, combate ao preconceito, racismo e, a um tema agora tão actual o Bullying. 
O livro é apresentado em prosa poética e os diálogos dos personagens em rima. Os nomes dos personagens sãos os nomes das crianças que se encontravam na sala do Jardim de Infância nessa época personalizando desta forma o conto. Inclui também as páginas em branco para ilustração, mais uma vez, como um apelo à leitura. O facto de o mesmo se apresentar numa prosa poética e diálogos em rima, facilita a leitura e fica mais sonante e cativante ao leitor ou ao ouvinte. Para as crianças funciona portanto como uma iniciação à leitura poética.
Este conto tem algumas particularidades!
O ESPANTALHO (Personagem central) - É vítima de abusos, de preconceito e indiferença.
OS "MILHARUCOS - Os preconceituosos.
AS CRIANÇAS - Os amigos que ajudam o Espantalho a superar as dificuldades e a enfrentar os "Milharucos".
O LENÇO - O objecto que as crianças utilizam para auxiliar e ajudar o espantalho, vestindo o seu corpo como símbolo de uma barreira de protecção, imunidade e os laços de amizade fortalecidos entre o grupo.

Este livro mantém as páginas em branco para os leitores ilustrarem a história segundo a sua criatividade (Não é livro de actividades). A história pode ser aproveitada para a sensibilização e debate dos temas já referidos.

Actividades que se podem realizar em sala de aulas: Construção de um Espantalho com materiais recicláveis, e posterior utilização numa horta temática, actividade com lenços triangulares para vestir o corpo como sugere a história. Esta actividade é ensinada por mim quando surgem convites para me deslocar a escolas e bibliotecas para sessões de leitura. Ensino então a técnica de coberturas com os lenços triangulares às crianças vestindo-lhes o corpo como se fossem os personagens da história a ajudar o espantalho. Outras actividades podem ser realizadas, desenho, artes plásticas ou ainda peça de teatro.
As duas obras referidas estão em adaptação para teatro infantil no Rio de Janeiro, Brasil. Contudo o processo encontra-se algo lento por falta de patrocinadores. Assim como em Portugal, apesar dos meus esforços na divulgação das obras, estas são do desconhecimento geral dos educadores e professores e do público em geral.  No entanto por terem sido consideradas pela Associação Internacional de Escritores e Artistas obras que contribuem em elevado grau  no incentivo das crianças para a leitura, fui premiado com o Prémio Destaque Literário Lusófono.
Um dos objectivos que gostaria de alcançar seria a edição destas duas obras em Braille para crianças invisuais. Objectivo esse que não consegui alcançar até aos dias de hoje por falta de apoios.

Desassossego da Minha Alma (Poesia e Prosa), Editora Vieira da Silva;
Participação na 7ª Antologia Poética da ALAF Literarte Celebra Ceará – Academia de Letras e Artes de Fortaleza. 
Este livro por si só é uma homenagem ao amor, uma declaração de amor que se eterniza na sua publicação.
Um livro que despertas os sentidos de quem lê e acorda vidas interiores adormecidas.
Recebeu uma apreciação por parte de uma investigadora e neuro-cientista que se encontra na contra capa. Está explicito na sua avaliação o que o poeta sente e quer transmitir nas suas palavras. DESASSOSSEGO DA MINHA ALMA - POESIA E PROSA, é um desassossego por amor, esse sentimento nobre e puro que tantos poetas tem inspirado ao longo dos séculos.
António Manuel Palhinha intitula-se um escrevinhador de palavras sonhador das letras e um cidadão do mundo.
  • Associado da LITERARTE (Associação Internacional de Escritores e Artistas)
  • Membro do Núcleo Académico de Letras e Artes de Lisboa
  • Académico Correspondente Internacional da ALAF – Academia de Letras e Artes de Fortaleza (Brasil).
  • Académico Correspondente Internacional da ALMAS – Academia de Letras, Música e Artes de Salvador Bahia (Brasil)
  • Académico Correspondente Internacional Fundador da AMBA – Academia Mineira de Belas Artes
  • Premiado com Diploma e Medalha de Destaque Literário Lusófono no Encontro Internacional de Culturas Lusófonas – Portugal Maio de 2016 

Palavras do autor:
Apesar das obras já publicadas serem apenas três e em duas vertentes distintas em termos literários. Já recebi pedidos para me deslocar nomeadamente ao Brasil para promover os meus trabalhos. Infelizmente essa deslocação ainda não pode ser agendada por contrariedades de várias ordens. Aguardam assim, inúmeros leitores tanto crianças como adultos por essa presença nas cidades de Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Santos, Curitiba, Salvador, Fortaleza, Vitória, Recife entre outras que não recordo agora o nome.
Gostaria de poder realizar muitas mais, tanto por todo o território de Portugal continental e ilhas. Assim como satisfazer os convites no pais irmão o Brasil. As críticas de académicos e leitores que conhecem os meus livros, são unânimes em referir que os mesmos necessitam de mais divulgação.
No entanto a falta de apoios, patrocínios e agentes que se queiram associar a iniciativas desse género, quando se é um autor desconhecido, não tem sido fácil e todas as tentativas têm sido infrutíferas.

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