[Vamos ler um livro? - Opinião] Pão, Mel e Amor | Jenny Colgan

«Uma história surpreendente acerca do amor, do trabalho e do sentido da vida.» Company 
Quando o seu casamento e a sua empresa familiar naufragam, Polly Waterford deixa Plymouth e encontra refúgio num pequeno porto de uma ilha do sul de Inglaterra. Instala-se num apartamento minúsculo situado por cima de uma padaria abandonada e, para levantar o moral, dedica-se ao seu passatempo preferido: fazer pão. Embora haja na aldeia mais uma mulher irascível que faz pão sem gosto, o aroma delicioso que emana da padaria de Polly logo atrai a curiosidade e simpatia dos habitantes. Aos poucos, com o intercâmbio de serviços e a partilha pequenos prazeres, ela reanima o espírito de entreajuda e partilha na aldeia.  
Ao longo de encontros estranhos (um papagaio-do-mar bebé ferido, um apicultor diletante, marinheiros que gostam de comer bem) e de acontecimentos felizes ou trágicos que afetam a comunidade, o que devia ter sido apenas uma «pausa» torna-se o seu objetivo de vida.  
Polly revela-se finalmente a si mesma: uma mulher determinada e criativa, pronta a morder a vida como uma sanduíche quente de pão estaladiço. Um livro que nos faz sentir bem e que, num contexto de crise económica, promove os valores de partilha e apoio mútuo. Um tom carinhoso e engraçado numa história romântica com alguns toques melancólicos que nunca cai no sentimentalismo.
Polly Waterford está a recuperar de um relacionamento tóxico. Incapaz de pagar a prestação do apartamento, tem de se mudar para longe de toda a gente que conhece, e vai parar a uma pequena estância balnear sonolenta, onde vive sozinha por cima de uma padaria abandonada. 
Polly começa então a sublimar as frustrações no seu passatempo favorito: fazer pão. O que antes era uma ocupação de fim de semana torna-se de repente muito mais importante, à medida que ela extravasa as suas emoções no amassar e no bater da massa, e o pão se vai tornando cada vez melhor. Com nozes e sementes, azeitonas e chouriço, com mel da região (cortesia do belo apicultor, Huckle), e com reservas de determinação e criatividade que Polly nunca julgou ter, ela coze e coze e coze... E as pessoas começam a ouvir falar disso. Às vezes, o pão é realmente a vida... E Polly está prestes a reclamar a sua.

Este livro fez-me lembrar imenso o estilo de escrita e ritmo de história de Deborah Smith.

Tem uma escrita muito fluída, muito interessante, a história é sempre a andar, situações sempre a acontecer, têm um tipo de "drama-cómico" que eu ADORO!

Romance q.b, algo que também aprecio bastante. A autora foca-se na personagem, no que ela vai vivendo e sentindo, como vai evoluindo e todas as personagens e acontecimentos à sua volta.

Este é daqueles livros que mal acabei de ler, fiquei logo com saudades das personagens e da história em si, e sem sombra de dúvida com vontade de o reler!

Apesar de no título estar "amor", não é tão lamechas como eu receava, pelo contrário, tem a dose certa e é mais drama que romance, na minha opinião...
Foi uma leitura leve, engraçada, algo obsessiva, pois não conseguia parar de ler, fez-me rir (à gargalhada), arrancou-me imensos sorrisos, fez-me pensar, fez-me perder completamente na história... Fez tudo o que eu adoro que um livro faça....
É daqueles livros em que nem preciso de comentar muito (até porque a sinopse já fiz muito!!)... é pura e simplesmente BOM!

Recomendo sem reservas a quem procura um romance muito interessante, engraçado e uma leitura que nos faz ficar bem-dispostas e divertidas. 

Estou ansiosa por ler mais livros desta autora... Será que vão sair mais livros dela em Portugal? <3

3 comentários:

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